10 de ago. de 2015

O Casamento na Contemporaneidade

Na época de nossos bisavós e avós os relacionamentos eram mais simples e possuíam menos expectativas sobre cada um. Hoje com o avanço da tecnologia, o aumento da liberdade pessoal e igualdade de gênero as dificuldades e insatisfações no casamento aumentaram.
Hoje queremos ser e ter um companheiro (a) bem sucedido, ter uma vida sexual satisfatória, companheirismo, fidelidade, ajuda mútua de como educar os filhos, apoio, compreensão, entre outras expectativas mais.
E o que fazer diante dessa modernidade que nos trás milhares de possibilidades e desejos? Como manter o romantismo e todos esses desejos em ordem? O casamento precisa ser reformulado, é necessário pensar e sentir a relação de uma forma diferente. Saber que estamos muito exigentes e que o outro não é obrigado a nos corresponder é o primeiro passo.
O excesso de expectativas faz muitos casais entrarem em conflito, portanto atingir uma boa convivência perpassa pela inteligência emocional. A arte de conviver nos coloca em contato com a sombra, os defeitos, as expectativas, complexos e frustrações de cada um. Portanto o autoconhecimento é o ponto de partida.
A relação precisa ser equilibrada e não perfeita, assim como o ser humano nunca conseguirá atingir a satisfação total em todos os aspectos de sua vida o casamento também sempre haverá algo a ser melhorado, algo a ser conflitante. Cabe ao casal enxergar as suas dificuldades, se adaptar a esse outro tão diferente de si e elevar os pontos positivos da relação. Ou seja, as compensações.
É através do que o outro tem de melhor que decidimos ficar e seguir juntos. É necessário aprender a ceder, a se doar e a amar acima de tudo.

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